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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Liberdade religiosa está sob ameaça, diz John Graz

Dr. John Graz
Dr. John Graz
Foz do Iguaçu, PR … [ASN] A liberdade religiosa está em alerta no mundo. Quem avisa é o doutor John Graz, diretor da área para a Igreja Adventista no mundo, durante seminário realizado no dia 26, quinta-feira, no Concílio Ministerial. Para Graz, secretário da Associação Internacional de Liberdade Religiosa (IRLA), ações históricas possibilitaram que hoje houvesse liberdade religiosa em vários países do mundo. O panorama, no entanto, está mudando conforme o diretor, já que, segundo as estatísticas apresentadas, 64% dos países possuem restrições quanto aos direitos de expressão religiosa. “Mas temos de lutar, pois a liberdade religiosa faz parte do caráter de Deus e é uma conquista obtida há muito tempo”, comentou Graz.
Na avaliação do diretor mundial da área, gradativamente a liberdade religiosa está deixando de ter força em muitas nações. Ele comprova o que está dizendo ao demonstrar que, por parte dos países ocidentais, oficialmente não há defesa do cristianismo ou dos princípios cristãos. Em consequência disso, conforme Graz, perseguições religiosas ocorrem em vários lugares sem qualquer tipo de punição. Pelo contrário, em algumas situações a lei até enfatiza a intolerância entre as religiões. Ele exemplifica dizendo que no Paquistão, por exemplo, foi aprovada uma lei de blasfêmia. Na prática, se alguém for flagrado ofendendo o Corão (livro divino dos islâmicos) pode ser punido até com morte.
Para John Graz, só não se preocupa com o assunto quem nunca foi vítima de algum tipo de perseguição, incompreensão ou falta de tolerância em relação às crenças e à religião. “Só que a perseguição tem um rosto, o rosto de quem sofre agressão por causa daquilo que crê”, comentou. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

Pastores são desafiados a enviar os jovens para o campo missionário

Projeto Igrejas em Missão
Foz do Iguaçu, PR…[ASN] O Concílio Ministerial Sul-Americano que acontece em Foz do Iguaçu no Paraná, é um evento preparado especialmente para os pastores adventistas. Um projeto apresentado na terceira noite do encontro, no entanto, deve mexer principalmente com a juventude da Igreja. O Serviço Voluntário Adventista lançou oficialmente uma campanha de incentivo para o envolvimento de jovens adultos em projetos missionários ao redor do mundo. Diante do auditório de mais de quatro mil pastores, Marly Timm, coordenadora do programa para a Divisão Sul-Americana (DSA) afirmou que ser um voluntário Adventista agora, ficou mais fácil e mais seguro.
Segundo ela, existem dois caminhos para o envolvimento de interessados no intercâmbio. O primeiro é através das instituições adventistas de educação superior, onde os alunos serão, a partir de agora, estimulados a participar de projetos missionários. O maior número de futuros missionários no entanto, está nas milhares de congregações adventistas do Brasil e demais países sul-americanos. Para alcançar esse exército de jovens foi lançado o projeto “Igrejas em Missão”. A ideia é que cada igreja capacite ao menos um jovem missionário, que deve ser batizado e ter idade entre 18 e 79 anos.

Para participar do programa o interessado precisa ser indicado pela igreja e pelo pastor local. A igreja também precisa organizar três equipes para apoiar o indicado. O primeiro grupo deve ajudar o missionário no período anterior à viagem, o segundo durante o trabalho em outro país e o terceiro grupo oferecerá apoio no retorno do jovem à região de origem.

Durante o Concílio Ministerial de Foz do Iguaçu os pastores Sul-americanos puderam receber gratuitamente um livro que trata desse tema. O livro “Passaporte para a Missão” foi distribuído na área de exposições do evento. Outras informações estão disponíveis para os interessados também no website www.voluntariosadventistas.org. [Equipe ASN, Lisandro W. Staut]

sábado, 14 de maio de 2011

Projeto Sorriso no Sinal movimenta MaringÁ
[Maringá - PR] “Sorria junto comigo”, “É comprovado que sorrir faz bem”, “Quero lhe oferecer o meu sorriso”, essas foram as frases que definiram o projeto Sorriso no Sinal, realizado pelo grupo Geração 29, no último sábado, 03 de outubro no centro de Maringá. Na ocasião foram distribuídos 3 mil folhetos e 300 livros Sinais de Esperança.









Segundo os jovens que participaram do projeto, é muito bom ver alguém sorrir. “Encontramos muitas pessoas tristes, carrancudas e que sorriram pela primeira vez no dia ao receber um folheto”, destaca Camila Mandarino, uma das participantes do grupo                





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“O objetivo é levar o evangelho a toda a raça, língua e cor, podemos converter as pessoas por um simples sorriso e um gesto de atenção. Tivemos contato com pessoas que pediram estudos bíblicos e orações. Percebemos que a volta de Jesus se aproxima e devemos cumprir a missão”, afirmou Bianca Oliveira.

O CHAMADO DO JOVEM PARA A MISSÂO


ARTIGOS
AS 3 BASES DO MINISTÉRIO JOVEM NA
AMÉRICA DO SUL

“É a Bíblia na mão e Jesus no coração.”
Nada nessa vida cresce e permanece sem ter uma base sólida. Os jovens adventistas têm 3 bases de sustentação espiritual e de ação missionária para o Ministério Jovem no continente:
1ª – Bíblia...

O jovem que faz da Bíblia o seu mapa diário terá o céu como destino.
A Bíblia tem todas as respostas para a vida agitada do jovem pós-moderno.
A Bíblia é a bússola da salvação do jovem em meios aos ‘vendavais’ da vida moderna.
2ª – Oração...

A oração é a forma mais simples e mais eficiente de um jovem falar com Deus em qualquer lugar e a qualquer hora.
A oração é a melhor e mais poderosa ‘arma’ do jovem para vencer Satanás nesses últimos dias.
Que cada jovem tenha o seu Ministério de Oração Intercessória... Oração é ação para a salvação!
3ª – Testemunho...

Testemunhar de Jesus para os outros jovens é uma questão de sobrevivência espiritual.
Falar do amor de Jesus é o maior privilégio já concedido a um jovem cristão.
Diga para outros jovens de que lado você está nessa grande batalha espiritual.
Construa a sua vida, sobre estas 3 bases: Bíblia, Oração e Testemunho.
Otimar Gonçalves
Ministério Jovem da Divisão Sul-Americana

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Compromisso com a Excelência



Então, o mesmo Daniel se distinguiu [...], porque nele havia um espírito excelente. Daniel 6:3, ARA

Há pelo menos dois personagens da Bíblia nos quais não descobriremos nenhum traço de debilidade no caráter: Josué e Daniel. Se a exigência para ocupar um cargo político fosse a “ficha limpa”, poderíamos colocar atrás deles qualquer sistema de rastreamento ou agência de inteligência, e não iríamos encontrar nada que os desabonasse. Bem diferente de alguns políticos que têm uma série de pendências judiciais e, assim mesmo, insistem em se eleger ou reeleger.

Outros bons nomes que respeitamos no ranking bíblico cometeram seus deslizes: João era impetuoso; Moisés matou um egípcio; Salomão enriqueceu e se esqueceu de Deus; e Davi se deixou vencer pelos sentidos.

Daniel se mostrou fiel a Deus desde que foi levado como cativo para a Babilônia. Sobreviveu a vários monarcas, e se sobressaiu, “porque nele havia um espírito excelente”.

O oposto de “excelente” não é ruim, nem péssimo. É medíocre. A palavra medíocre significa, em seu sentido original, “na metade da montanha”. É a imagem daquele que está escalando e, na metade do percurso para chegar ao topo, desiste. É o que se acomoda com menos do que o ponto mais alto.

Daniel se destacou por suas grandes qualidades e como exemplo de fidelidade e resistência. Até a rainha-mãe no tempo de Belsazar deu seu testemunho a respeito dele dizendo: “Existe um homem em teu reino [...], iluminado e [tem] inteligência e sabedoria como a dos deuses” (Dn 5: 11).

Como primeiro-ministro, Daniel começava cada dia suas atividades procurando a sabedoria e a orientação de Deus. Tinha local e horários habituais de oração. Orar não era algo acidental na vida dele. A vida espiritual não deve ser impedimento para que você alcance a excelência na função que ocupa. Ao contrário, deve ser a força propulsora para se manter fiel a Deus.

Atualmente, há uma imensidão de livros sobre “excelência no serviço”, salientando a importância disso na liderança. Conforme muitos deles deixam claro, excelência não quer dizer que você tenha que ser melhor do que todo mundo, mas significa que você deve estar fazendo o seu melhor.

Servimos a um Deus comprometido com a excelência. Independentemente do lugar em que trabalhemos e da função que exerçamos, Ele pede de nós o melhor. E a recompensa maior será ouvir isto: “Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei.”C,P,B.com.br

Correndo Para Vencer


Corramos com perseverança a corrida que nos é proposta. Hebreus 12:1


Para o texto de hoje, imagine-se ao lado do escritor. À distância, você pode ver a pista de corrida entre o templo e o estádio. Em clima de festival, soa a nota clara e distinta da trombeta do arauto. Os corredores saem da concentração, com os músculos aquecidos e em forma. Um segundo toque e todos tomam suas posições. Ao soar o terceiro toque, saem como flechas em direção ao alvo.

A prova dos 100 metros rasos é considerada a “rainha” das corridas de velocidade. Em 2008, o jamaicano Usain Bolt recebeu, aos 23 anos de idade, o título de melhor atleta do ano pela Federação Internacional de Atletismo. Tricampeão mundial, Bolt se tornou o atleta mais veloz de todos os tempos. Nas Olimpíadas de Pequim, conquistou três medalhas de ouro (100 m, 200 m e 4 x 100). Em Pequim, havia conseguido a marca de 9,69 segundos para os 100 metros; porém, em Berlim, bateu novo recorde: 9,58 segundos.

Para o ser humano, correr mais de dez metros por segundo chega à beira do incrível. Muitos se perguntam: Qual será o limite de Bolt? E qual é o limite do corpo humano?

No mundial de Berlim, ele admitiu ter olhado para os adversários antes de completar o trajeto: “Olhei um pouco por cima dos ombros, mas ainda bem que tudo deu certo.”

Os treinadores e agremiações esportivas têm uma série de dicas para os corredores. Uma das mais importantes é a concentração na hora da corrida. Quando estiver na pista, não divida sua atenção. Não olhe para o lado, nem olhe para trás.

Paulo compara a vida cristã a uma corrida, quando cada músculo e cada nervo concentram suas energias para vencer: Estou concentrando todas as minhas energias para insistir nesta única coisa: “Esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3:13, 14).

O lugar em que corremos não tem a sofisticação do estádio olímpico “Ninho do Pássaro”, sede das Olimpíadas em Pequim. Não é também a pista de corrida dos corredores gregos, no tempo de Paulo. O lugar é a arena da fé.

“Conservemos os nossos olhos fixos em Jesus, pois é por meio dEle que a nossa fé começa, e é Ele quem a aperfeiçoa” (Hb 12:2, NTLH).cpb.com.br

Escolhas Certas

 

O que você quer? Peça e Eu lhe darei. 1 Reis 3:5, Bíblia Viva


Desde o momento em que nos levantamos até o fim do dia, milhares de escolhas são feitas. Muitas delas não estão relacionadas ao conceito de certo e errado. Exemplo: O que vou comer em meu desjejum? Que roupa vou usar hoje? Internato ou externato? Filipe ou Marcelo? Bia ou Mariana? Vou caminhar no parque ou vou ao shopping? Considere, na hora de comprar, a variedade de produtos à sua disposição: você tem 36 tipos de cremes dentais, 100 marcas de iogurtes, milhares de DVDs, 200 tipos de celulares...

Outras escolhas terão que ser feitas com mais calma. São aquelas que têm impacto e consequências em nosso futuro: Que curso vou fazer: fisioterapia, medicina ou comunicação? Que emprego vou aceitar? Com quem vou me casar? Onde vamos morar? Que impacto essa escolha terá em minha vida a curto prazo? E a longo prazo? E sobre aqueles que dependem de mim?

Ninguém ignora a importância de uma escolha, porque quando alguém está dizendo “sim” para uma coisa, está dizendo “não” para muitas outras. E as escolhas mais difíceis não são entre o bom e o ruim, mas entre o bom e o melhor.

Podemos fazer algumas escolhas erradas e sobreviver: escolher o trabalho errado, a cidade errada onde morar, o carro errado e até o cônjuge errado (o que seria um desastre).

Antes de escolher, procure levar em conta alguns itens:

1. Não adie a escolha. Há pessoas que costumam adiar ao máximo a tomada de decisões. Vão além do tempo regulamentar e da prorrogação. A indecisão crônica desgasta não somente o indeciso, mas também aqueles que o cercam ou dependem dele.

2. Veja as circunstâncias. Aceite que não há coincidências. Deus está no controle de sua vida e usa cada incidente para dirigir e orientar seus passos. Às vezes, um telefonema, um dinheiro que surge, uma breve conversa informal podem servir de indicação da escolha a ser tomada.

3. Busque conselho. Não despreze a sabedoria dos mais experientes. Pais, professores, líderes, amigos que torcem por você podem ajudar muito. Quem sabe já enfrentaram a mesma situação antes e podem dar uma palavra de conselho.

A atitude de entrega e submissão nos dará tranquilidade e confiança no Deus que diz: “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; Eu o aconselharei e cuidarei de você” (Sl 32:8).

Espírito de Equipe



Completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Filipenses 2:2

Paulo mostrou sua preocupação em relação ao espírito de cooperação na igreja dizendo: “Dele todo o corpo, ajustado e unido pelo auxílio de todas as juntas, cresce e edifica-se a si mesmo em amor, na medida em que cada parte realiza a sua função” (Ef 4:16).

Tim Hensel conta, em seu livro The Holy Sweat, a história de Jimmy Durante, um dos grandes humoristas entre os anos 1920 e 1970. Pediram que ele participasse de um show para veteranos da Segunda Guerra Mundial. Ele respondeu que sua agenda estava cheia, mas poderia reservar alguns minutos para uma breve apresentação. Disse que, se eles não se incomodassem de que ele fizesse um curto monólogo e saísse imediatamente para o próximo compromisso, ele aceitaria.

Mas, quando Jimmy subiu ao palco, alguma coisa interessante aconteceu. Ele terminou o monólogo e continuou ali. O aplauso tornou-se cada vez mais forte, e ele permaneceu. Logo, já haviam se passado 15 minutos, 20 minutos e até 30 minutos. Finalmente, fez sua última apresentação e saiu do palco.

A pessoa responsável o abordou e disse: “Eu pensei que você ficaria apenas alguns minutos. O que aconteceu?”

Jimmy respondeu: “Eu tinha que ir, mas quero lhe mostrar algo. Está vendo ali na primeira fila?” Na primeira fila havia dois homens, cada um deles perdeu um dos braços na guerra. Um tinha perdido o braço direito, e o outro o braço esquerdo. Juntos, eles conseguiam aplaudir, e foi exatamente o que eles fizeram com alegria e vibração. Estavam contentes, mesmo diante de suas limitações, sabendo que elas desapareceriam quando um se unisse ao outro.

Converse com os administradores que se esmeraram na escolha dos seus liderados e verá que a frustração de muitos deles é a mesma de Casey Stengel, técnico de futebol americano, que disse: “É fácil conseguir bons jogadores. Fazer com que joguem juntos é a parte mais difícil.”

Hoje, os bons jogadores entendem que as preferências pessoais devem ser colocadas de lado por aquilo que o time pede. Entendem que no centro de atuação de qualquer grupo – seja o time, a escola ou a igreja – o propósito comum do grupo está acima dos objetivos individuais.

“Cada um ajuda o outro e diz a seu irmão: ‘seja forte!’ O artesão encoraja o ourives, e aquele que alisa com o martelo incentiva o que bate na bigorna” (Is 41:6, 7).c,p,b.com.br

Andando a Segunda Milha



Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas. Mateus 5:41

Não gostamos de fazer as coisas por obrigação. Dá a impressão de que estamos nos submetendo a um pedido despropositado e sendo inferiorizados. Esperneamos, argumentamos, reclamamos, mas não adianta. Obrigação significa ausência de diálogo. Não há opção. Não opine! Não discuta! Não há escolha.

Acredito que, fora do momento de combate, em nenhum outro momento o soldado romano era mais odiado do que quando recrutava um civil para carregar suas armas e equipamento. Mas Jesus não limitou a questão ao soldado romano: “Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas.”

Uma das características do verdadeiro cristianismo é produzir homens e mulheres da segunda milha. E o importante é como caminhar a segunda milha. Tenho que andar nela com alegria, com entusiasmo, sem ressentimento e sem reclamação.

Na primeira milha, você vai se encontrar com gente que chega na hora e sai na hora. Na segunda, vai se encontrar com quem chega antes e sai depois.

Na primeira milha, você vai ver pessoas que fazem até 95% do trabalho. Na segunda, pessoas que vão dos 95% aos 100%. Na primeira milha, você vai se encontrar com gente que inventa qualquer motivo para se ausentar do trabalho. Na segunda, vai se unir a gente disposta a dar mais energia do que se espera e até a se sacrificar.

A primeira milha está sempre cheia, congestionada. Os que viajam nela são os que perguntam: “Como é que eu posso fazer o mínimo e, mesmo assim, sobreviver no emprego?”

Somos chamados a andar a segunda milha mesmo quando a mesa está abarrotada de trabalho e as pessoas chegam fora de hora. Quando vem um pedido no fim do expediente e você está com acúmulo de trabalho. Quando passam para você uma carga extra de trabalho de outra pessoa que é “folgada” e preguiçosa. Você anda a segunda milha quando faz mais do que estão lhe pedindo. Até mesmo quando lhe pedem que faça uma coisa de que você não gosta, ou que seja desinteressante para você.

Em todos os postos de trabalho, em todas as posições, precisamos hoje de gente da segunda milha. Se a lei do menor esforço prevaleceu durante algum tempo, você deve estar atento porque, mesmo sem se falar de “segunda milha”, valoriza-se a tenacidade e a dedicação no trabalho.

Será que você pode honestamente dizer que é uma pessoa da segunda milha?c,p,b.com.br


Entrevista com o Pastor e Cantor Tiago Arrais

Entrevista concedida no dia 7 de abril de 2011.
Tiago  Costa Arrais
Nascido em 23 de setembro de 1984 , na cidade de São Paulo
Atualmente casado e reside Berrien Springs, Michigan , USA.



Sabemos que você tem o ministério de pastor, como foi a decisão de assumir uma profissão com tantas responsabilidades? Era um desejo seu ou algo te inspirou a segui-lo?


 Como criança nunca sonhei em ser pastor . Sempre admirava o trabalho do meu pai e da minha mãe, mais nunca sonhei em seguir esse ministério. Os membros da igreja do meu pai até brincavam comigo , já que eu fazia muita bagunça na igreja diziam que eu seria pastor e riam .Não me incomodava mais no 3º ano me apeguei mais a palavra de Deus e quando ia prestar vestibular orei muito e me senti chamado para o ministério, não vi nenhum anjo , não ouvi nenhuma voz audivel, mas através do silencio do estudo da palavra de Deus  e das circunstancias que Ele me deixa tive certeza que essa era a escolhe correta, um texto que me ajudou naquela época foi João 6:67-68 quando todos os discipulos deixaram a Cristo  Pedro diz "para quem iremos ?" assim quando chegou a hora de decidir ficou claro pra mim  o chamado de Deus e a minha disposição de dedicar minha vida por essa causa.
As responsabilidades são secundarias, se moisés se preocupasse com elas ele nunca teria aceito o chamado, mas seu olhos estavam fixos na terra prometida e na certeza que o Deus que o chamou estaria com ele até o fim. Todo chamado é assim um passo de fé, um rumo incerto mais temos a certeza de que Deus está no comando . Depois de tanto anos tenho a certeza que escolhi corretamente .

Durante o tempo que você foi apenas Pastor teve alguma coisa ou alguem que lhe tocou profundamente?




   Eu me formei em teologia pelo UNASP C2 em 2006 e vim direto pra Andrews, minha experiência foi curta apenas no 4ºano de teologia. Tive que cuidar de uma igrejinha em Itapira interior de São Paulo la fiz bons amigos especialmente um senhor chamado Cezenando que era um guerreiro evangelistico saia pelas ruas da cidade dando estudos biblicos . A igreja tem gigantes desconhecidos, homens e mulheres grandes na fé que não são notados , esses sim devemos dar mais valor .

No ministério da musica como foi que descobriu esse dom? E quando foi que notou que seria o dom para transmitir ao mundo a palavra do nosso Senhor?


O dom da musica outra sem precedentes, assim como meu chamado para o mistério.Tinha feito aulas de musica quando era mais novo, toquei sax , flauta e até piano por poucos meses, meus pais investiram muito nesse treinamento musical mais nao cantava na igreja e nem tocava violão , Tocar violão e cantar veio só no segundo grau com 14-15 anos . Aprendi a tocar violão no quarto do dormitório e passava horas no conservatorio de musica tentando aprender a tocar piano sozinho. Acredito que Deus honrou meu esforço e em um dia resolvi fazer uma musica pra canta na sabatina com uns amigos , assim com eles fiz minhas primeira musica mas nao me levava a serio como compositor . Só vi que a composição era um dom de Deus quando estava na faculdade de teologia e percebi que Deus estava me usando desta maneira, até hoje sou grato a Deus por isso me encontrei nos dons que ele me deu e os uso somente para o avanço da causa da palavra .



 Você fez algum trabalho antes de formar a entao dupla abençoada por Deus?


Meu irmão e eu cantavamos nos corais do IAP , coral "Canto Jovem" e isto foi muito bom . Cantei tambem na primeira formação  do grupo "Compasso Livre "  com Jader Santos, e em doi grupos da UNASP assim como no coral universsitário do UNASP C2 com Lineu Soares , mais fora isso não . Meu irmão e eu nao nos consideramos uma dupla cada um compões suas musica e nos juntamos para canta-la assim mantemos nossa individualidade , junto é mais divertido já que podemos ter  a compania um do outro  nas viajens .


A formação da dupla com seu irmão se consolidou em 2004 , o que motivou essa junção?


Como eu disse cada um compõe a suas musicas e entao resolvemos se juntar para canta-las para ter apoio um do outro, faziamos isso na UNASP C2 e percebemos que o pessoal gostava e se sentia abençoados, assim resolvemos gravar nosso cd no final de 2006.





O primeiro CD de voces foi Introdução  que foi inteiramente composto por vocês o mais motivou essas lindas composições ? Em algum momento se sentiram tocados ao escrever alguma música?




Meu irmão e eu nao compomos musicas para gravar CD, mais mesmo que fosse continuaríamos a compor porque faz parte da nossa jornada cristã é assim que processamos as verdades biblicas e como elas se aplicam as nossas vidas em um determinado momento. Assim todas as musicas são parte de uma jornada, antes de ser  para os outros tem que ser para nós mesmos e sempre para honra, gloria e o louvor de Deus. Eu me sinto tocado em cada musica ou se ela nao fizesse algum efeito em  minha vida nem terminaria ela.





De todas as músicas mais toca o seu coração? Existe um momento ou experiência em sua vida que reflete nesse trabalho?


Cada musica é especial da sua maneira mais hoje em dia as que mais  me tocam são : Akedah , Esperança e Mais.
Esperança porque quando fiz essa musica estava passando por momentos muito escuros em minha vida e quando canto me lembro  e da esperança que me motivou a sempre continuar e isso me emociona. Akedah me emociona porque lembra da historia de Abraão levando Isaque pra Moriah e aprendendo uma lição que temos que aprender todo dia : iremos ter a visão de Cristo no alto da montanha somente após a tribulação, e que tudo o que Abraão passou ele teve que passar para entender o que Deus passou a dar seu unico filho por nós . E Mais porque lembra o periodo da minha conversão . 



Todos nós temos um sonho  mais poucos  conseguem realmente realiza-lo,  voce tem um sonho  no qual se empenha ao maximo para tentar realizar? Qual sua mensagem  a quem pretende realizar um sonho e almeja muito isso?

Tenho sonhos, como qualquer ser humano . Em varias áreas, ministerial, musical, familia e etc. Meu sonho na area da musica é gravar os proximos 3 CDs e  continuar gravando até conseguir cobrir todos os livros da biblia. Tambem tenho o sonho de subir o Monte Sinai  7 vezes , ja fui 2 só faltam 5, sonho em ter filhos e poder passar muito tempo com eles ensinando aquilo que eu aprendi na biblia e na  musica. Acho que o importante no sonho é não o torna- lo uma ambição, faça o possivel na sua parte mais nao lute com Deus. As vezes Ele nos faz abrir mão de alguns sonhos para nos tornar a imagem Dele por isso sonhe e entregue nas mãos de Deus  e viva em paz.

Bom, está ai a entrevista, farei uma visita ao site da Rádio de vocês, que Deus os abençoe neste ministério, um abraço.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Filhos de ateus buscam a fé fora de casa

Larissa Queiroz recebe uma carta de uma instituição filantrópica e, dentro do envelope, descobre um terço de plástico de brinde. A filha Beatriz, de sete anos, adora a novidade e coloca no pescoço na mesma hora. “Expliquei que aquilo não era um colar, disse do que se tratava e me parece que ela ficou ainda mais interessada”, conta a mãe recifense que vive em São Paulo. Desde então, a pequena pede para rezar toda noite. Outro dia, convenceu o pai a levá-la a uma missa pela primeira vez. As novas gerações de céticos, agnósticos e ateus não casam na igreja, não batizam seus filhos, nem têm religião ou falam de fé. Eles simplesmente desconsideram a existência de Deus. “Esse assunto jamais foi tocado aqui casa, inclusive escolhemos a escola com base nisso. Descartamos todas aquelas com qualquer enfoque religioso”, completa Larissa. Mas isso não impede que, em alguns casos, seus filhos sintam a necessidade e até cobrem uma discussão sobre fé e religião. De acordo com Eduardo Rodrigues da Cruz, professor do Programa de pós-graduação em Ciências da Religião da PUC de São Paulo, os psicólogos cognitivos tem estudado o assunto com crianças de várias faixas etárias. “Suas conclusões: todos somos naturalmente teístas, e, à medida que crescemos, vamos diversificando nossas posturas”, afirma o doutor em teologia, que também é mestre em física. Ou seja, para ele, a fé é uma postura “natural”, que é racionalizada conforme amadurecemos.

O polêmico cientista britânico Richard Dawkins também defende essa ideia. Conhecido como “devoto de Darwin”, em seu best-seller Deus, um delírio, o autor sugere que todas as crianças são dualistas (aceitam que corpo e alma sejam duas coisas distintas) e teleológicas (demandam designação de um propósito para tudo) por natureza. Assim, o darwinista dá conta de explicar o que poderíamos chamar de hereditariedade religiosa na qual, inevitavelmente, acabamos por seguir a opção de fé de nossos pais. Só que nem sempre é assim.

Em uma noite de mais de uma hora de apagão, escuro total e absoluto, Beatriz, a filha de Larissa, teve uma ideia: “Vamos rezar para a luz voltar.” “Eu, lógico, relutante, tentei explicar que não adiantaria, mas ela insistiu, insistiu e rezamos. Um minuto depois, a luz voltou”, descreve. Em seu blog, Larissa desabafa: “Será que temos como evitar isso? Estou achando que não.”

Marina de Oliveira Pais [foto acima], carioca, é filha de pai ateu. Sua mãe, assim como muitos brasileiros, foi batizada, mas não pratica nenhuma religião. “Minha mãe não sabe dizer de que doutrina é, por isso também nunca soube muito bem no que acreditar. Eu tinha fé na ‘força do pensamento’, que se pensássemos positivo atrairíamos coisas positivas e se pensássemos negativo atrairíamos coisas negativas”, diz a jovem de 22 anos.

Quando decidiu morar sozinha pela primeira vez, Marina conheceu Bernardo Nogueira, de 20 anos. Apaixonada, ela conseguiu resistir aos convites da família do namorado para ir a uma igreja evangélica só por alguns meses. Mas relata que, já na primeira vez que assistiu ao culto, teve certeza de que estava no lugar certo. “Fiquei maravilhada”, descreve.

Ela então mudou drasticamente seu estilo de vida. “Cortei a bebida, as baladas e os palavrões. Hoje meus pais respeitam minha situação de convertida justamente por essas minhas mudanças comportamentais”, afirma.

Sentir-se acolhida em uma doutrina que se baseia na Bíblia é justamente o que importa hoje para Jaqueline Slongo, de 23 anos. Depois de um tempo separados, ela voltou a viver na cidade natal de Curitiba com o pai ateu. Ironicamente, por conta de uma bolsa de estudos, a então adolescente foi estudar em um colégio católico. O retorno à cidade grande, onde as desigualdades sociais são mais gritantes, o descobrimento da Bíblia e a fase de mudanças, levantaram muitos questionamentos. “Comecei a me questionar sobre a existência de Deus, fazia perguntas para as freiras do colégio, mas as respostas não me saciavam”, lembra.

Jaqueline começou a achar que havia alguma coisa errada entre o que lia e o que pregavam suas “instrutoras espirituais”. “Elas me mandavam rezar, mas eu não curtia”, confessa. Seu pai viajava muito e, como não acreditava em Deus, a filha preferia não falar sobre o assunto com ele. O processo foi sofrido, e aconteceu em meio às transformações da adolescência, à ausência dos pais, e à angústia causada por sintomas de depressão. “Eu era muito agressiva, rebelde, intolerante. Não tinha amigos e sempre me isolava”, conta.

Ela então buscou alívio e conforto na religião. Hoje, a estudante se considera protestante, mas passou por diversas comunidades cristãs diferentes. Diz que não se importa com rótulos, mas sente que é preciso estar em grupo. “Acho importante a vivência em comunidade, pois é no relacionamento com outros que seu caráter se constrói”, afirma.

Com o pai, ficou cinco anos sem poder comentar nada sobre sua fé. Até que, há três meses, consciente da mudança espiritual da filha, ele lhe pediu que comentasse, “de forma sucinta”, no que exatamente ela acreditava. A partir de então, ela diz, ele tem pedido que também reze por ele.

(Jaqueline Li, iG)

Da ilusão do glamour à morte trágica

Sexta, 8 de abril de 2011, o corpo de uma linda jovem brasileira, de apenas 17 anos de idade, é encontrado por volta das 7h30 na Torre de São Rafael, prédio de luxo na região do Parque das Nações, em Lisboa, Portugal. Tratava-se de Jeniffer Corneau Viturino que, segundo as reportagens dos jornais, na véspera, tinha passado a noite no apartamento do seu “namorado”, o empresário português Miguel Alves da Silva. Ao olhar para o rosto dessa jovem e belíssima modelo, bastante produzido para as fotografias e campanhas publicitárias, eu me lembro daquela criança bela, pura e ingênua que, quando trabalhei como pastor no distrito de Mucuri, Cariacica, ES, eu visitei várias vezes (fui pastor dos seus pais: Giurlei e Solange) e, também, a batizei – com o uniforme do Clube de Desbravadores – na Escola Adventista de Campo Grande.

Jeniffer iniciou a carreira de modelo aos 14 anos, assim que chegou a Portugal com a mãe, Solange, e o irmão, Jhonatan (a quem também batizei juntamente com a Jeniffer). O pai, Giurlei, ficou sozinho em Cariacica. Jeniffer foi com a mãe para as terras lusitanas em busca de dinheiro, fama e conforto... Infelizmente, afastou-se de Deus e acabou encontrando a morte – dessa forma trágica e envolta em mistérios.

Olho para a bela foto estampada no jornal e, por trás da produção publicitária de “mulher fatal”, o que vejo é aquela garotinha simples, meiga e ingênua que brincava com os coelhinhos – que criava num cercadinho em sua casa. Vejo a menina que, junto com o irmão, formava o par mais bonito de desbravadores que já contemplei nestes 25 anos de ministério. Vejo além: o futuro glorioso que Deus tinha para a Jennifer que, infelizmente, de forma violenta, foi interrompido. Que pena! Esta, e não a interrupção da brilhante carreira de modelo, é a maior de todas as tragédias!

(Elizeu C. Lira, pastor adventista do sétimo dia)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

“Como posso evangelizar meus amigos e membros da família sem ofendê-los ou afastá-los?”

Nesse ano alguns jovens andaram se perguntando se ainda há mais alguma coisa a falar no tema  esperança. Como resposta temos que a esperança é Jesus. Agora perguntamos:
Falar sobre Jesus é ilimitado….
Claro que não! É COMO diz Hebreus 13:8
“Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente”
A cada dia descobrimos algo maravilhoso sobre nosso salvador e criador. Mas o tema desse ano tem como objetivo fazer um amigo em cristo, ou seja, o jovem pode usar a sua amizade para levar um amigo a Jesus.
Neste ano temos que aprender a como nos tornar amigos da esperança.Como faço para eu me tornar um amigo da esperança?
 Todo cristão tem sempre um membro da família, um amigo, um colega de trabalho ou conhecido que não é cristão. Compartilhar o Evangelho com os outros é sempre difícil. Compartilhar o Evangelho se torna ainda mais difícil quando isto envolve alguém bem próximo. A Bíblia nos diz que algumas pessoas se sentirão ofendidas com o Evangelho (Lucas 12:51-53). Causa ainda mais problemas o risco de ofender alguém com quem você tem contato freqüente. Entretanto, a ordem a nós dada foi para que compartilhemos o Evangelho: não há desculpas para não fazê-lo (Mateus 28:19-20; Atos 1:8; I Pedro 3:15).

Então, como podemos evangelizar os membros de nossa família, amigos, colegas de trabalho e conhecidos? A coisa mais importante que você pode fazer é orar por eles. Ore para que Deus mude seus corações e abra seus olhos (II Coríntios 4:4) à verdade do Evangelho. Ore para que Deus os convença de Seu amor por eles e sua necessidade de salvação através de Jesus Cristo (João 3:16). Ore por sabedoria em como você pode ministrar a eles (Tiago 1:5). Além de orar, você também precisa viver uma vida cristã santa na presença deles, para que possam ver a mudança que Deus já fez em sua própria vida (I Pedro 3:1-2). Como disse uma vez São Francisco de Assis: “Pregue sempre o Evangelho, e quando necessário, use palavras.”
Autor: Ewerton Bruno (Moreno Chocolate) – Líder jovem Iasd Nova Esperança

O tema deste ano será: ”Eles foram a Geração Esperança, e você!”

Semana de Oração Jovem

!”
Desde criança todos nós temos os nossos heróis, sejam eles bíblicos ou de um mundo imaginário. É claro que os personagens bíblicos valem muito mais, e certamente algum deles marcou a nossa vida quando éramos juvenis.
Eu sempre admirei a coragem e a valentia de Davi, e também sempre queria ter a força física de Sansão. E você?
Pois então, pesando em desafiar os nossos jovens na América do Sul, a buscarem lindos exemplos dignos de imitação, é que nós estamos colocando em suas mãos oito extraordinários sermões feitos com muito amor e carinho para você possa desafiar os jovens da sua igreja, a ser a geração esperança da atualidade. Se os nossos jovens olharem para a Bíblia, terão uma constelação de heróis de verdade. Basta seguir os bons exemplos!
Os oito sermões que você tem em suas mãos foram preparados carinhosamente pelos líderes de jovens das sete Uniões brasileiras, são eles: Aquino Bastos (UNB); Areli Barbosa (USB); Donato Azevedo (UNoB); Ronaldo Arco (UCB); Ivay Araújo (UEB); Nelson Milanelli (UCOB) Elmar Borges (UNeB) e Otimar Gonçalves (DSA).
Cada personagem bíblico foi escolhido pelo autor do sermão. Todos estamos certos de que eles foram a geração esperança da sua época… E você, está disposto a ser a geração esperança do nosso tempo? Aproveite o ‘clima’ de esperança e reúna a sua turma e vá buscar aqueles jovens que já fizeram parte da geração esperança, vá agora mesmo… coloque o ‘exercito da esperança’ nas ruas outra vez…
Um abraço cheio de esperança no seu coração,
Pr. Otimar Gonçalves
Ministério Jovem – Divisão Sul-Americana